Finalmente depois de um longo período andando por terras distantes, desertos sem osásis, sofrendo as mais loucas alucinações, tendo como única companheira a solidão éis que desemboco em verdes campos cujo brisa é fresca, o sol ameno e a terra... firme como os alicerces do fundamento do AMOR.
Ao entrar nesse paraíso a natureza se agita, me convida a festejar. Borboletas multicoloridas saem de seus esconderijos e põem-se a bailar. Pássaros entoam canções que afirmam a beleza da flora e fauna e mais ainda, confirmam que estou apto a amar.
Renovo assim minhas forças na sagacidade e vivacidade das coisas que não são tangíveis, que embora não se possa tocar, pode-se sentir e sentir intensamente.
A vida nos dá mais do que precisamos e levamos simplesmente muito tempo para entender isso. Hoje compreendo muito mais que ontem, e agora sei mais de mim do que sabia a um minuto atrás.
Estou feliz por estar voltando para casa.
Não, ainda não estou voltando para o Rio de Janeiro, mas meu coração está voltando para o controle do corpo, da mente, das minhas ações. Sem ele no controle me sinto um espantalho assustando corvos nas plantações.
Prefiro assim quando as regras são do coração e as ações são o reflexo dos sentimentos.
Eu prefiro ser esse bobo apaixonado... Sempre... Sempre.
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