segunda-feira, 11 de abril de 2011

Eu prefiro ser esse bobo apaixonado

Finalmente depois de um longo período andando por terras distantes, desertos sem osásis, sofrendo as mais loucas alucinações, tendo como única companheira a solidão éis que desemboco em verdes campos cujo brisa é fresca, o sol ameno e a terra... firme como os alicerces do fundamento do AMOR.

Ao entrar nesse paraíso a natureza se agita, me convida a festejar. Borboletas multicoloridas saem de seus esconderijos e põem-se a bailar. Pássaros entoam canções que afirmam a beleza da flora e fauna e mais ainda, confirmam que estou apto a amar.

Renovo assim minhas forças na sagacidade e vivacidade das coisas que não são tangíveis, que embora não se possa tocar, pode-se sentir e sentir intensamente.

A vida nos dá mais do que precisamos e levamos simplesmente muito tempo para entender isso. Hoje compreendo muito mais que ontem, e agora sei mais de mim do que sabia a um minuto atrás.

Estou feliz por estar voltando para casa.

Não, ainda não estou voltando para o Rio de Janeiro, mas meu coração está voltando para o controle do corpo, da mente, das minhas ações. Sem ele no controle me sinto um espantalho assustando corvos nas plantações.

Prefiro assim quando as regras são do coração e as ações são o reflexo dos sentimentos.

Eu prefiro ser esse bobo apaixonado... Sempre... Sempre.

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